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Lendas sobre o café

O café nasceu na Etiópia. Conta-se que durante um incêndio florestal na Abissínia os campos de café espalhavam um cheiro delicioso típico do que encontramos nas torrefações. As testemunhas desse incêndio apanharam os grãos queimados pelo fogo, trituraram-nos e cozinharam-nos para fazer uma bebida: tinha nascido o café.

Outra lenda conta que Kaldi, um jovem pastor do Iémen, viu as suas cabras a comer os frutos e as folhas de uma árvore desconhecida e notou que os seus animais ficaram mais agitados. Contou o fenômeno aos monges do mosteiro vizinho, que se apressaram a ir colher esses frutos estranhos. Secaram os frutos e prepararam uma infusão. A agitação febril que se seguiu foi considerada uma revelação divina.

Um pouco de história…

No século VIII, as folhas e os frutos recém-colhidos eram usados em infusão, mas foi só no século XV que os árabes torraram o grão em lajes de pedra e os reduziram a pó para preparar a bebida revigorante que hoje conhecemos.

Foi no século XVI que o café conquistou o mundo, o primeiro estabelecimento de café apareceu em Constantinopla, depois os Venezianos trouxeram o precioso néctar para a Europa. Em 1654 abriu o primeiro café em Marselha e de seguida outras cidades seguiram o exemplo. Em Paris foi o italiano Francisco Procopio dei Coltelli que inaugurou em 1702, o seu próprio estabelecimento, “Le Procope”, que ainda hoje pode ser visitado. Era um lugar de encontro, onde grandes pensadores, artistas e escritores, se reuniam para relaxar, divertir e trocar ideias.

… e de botânica

Existem mais de sessenta variedades de café (Coffea). Esta planta que pertence à família Rubiaceae e pode viver até 40 anos, pode atingir 10 metros de altura, mas nas plantações, para facilitar o manuseamento, conservam-na a 3 metros. As flores são brancas e perfumadas, as folhas, dispostas em pares, permanecem verdes todo o ano. A planta do café tem a particularidade de ter flor e fruto ao mesmo tempo. As flores, muitas, evocam o aroma do jasmim, são de um branco puro ou rosa e agrupadas em “bouquets”. O fruto atinge a maturidade dos 8 aos 12 meses (de 6 a 10 meses para determinadas variedades) e inicialmente é verde, passa a amarelo e finalmente fica vermelho carmesim, tem em média 1.7 cm, está dividido em duas partes, cada uma com uma semente.

Os cafeeiros, árvore do café, dividem-se em duas espécies:

O café Robusta

Muito comum em África, cresce a altitudes inferiores a 800m, é forte em cafeína, mas tem menos sabor do que o Arábica.

O café Arábica

Originário do planalto Abissínio na Etiópia, cresce entre os 800 e os 2000 m de altitude, representa 70% da produção mundial, tem um teor de cafeína médio e um sabor muito bom.

Alguns dos grandes cafés de Arábica

O Colômbia Excelso

Grão de café cultivado a 1800 m de altitude, na cordilheira central da província de Antioquia na Colômbia, caracterizado por um sabor ligeiramente caramelizado, a sua suavidade e acidez são muito apreciadas pelos franceses.

O Costa Rica

Cultivado artesanalmente nas encostas dos vulcões, este café é separado manualmente. Encorpado, rico em aroma e ligeiramente ácido.

O Santos Bourbon

Cultivado nas terras altas de Minas Gerais no Brasil, é suave e relaxante.

O Maragogype da Nicarágua

Grãos de café grossos, cultivado nas montanhas do norte da Nicarágua, é agradável, perfumado e ligeiramente ácido

O Haiti 5x

Café raro, produzido em muito pequenas quantidades, extremamente suave e aromático, sem acidez.

O Moka Sidamo

Arábica de uma qualidade excecional, sem qualquer tratamento químico e separado manualmente, tem um teor muito baixo de cafeína, de sabor intenso e ligeiramente ácido.

O Kenya AA

Café plantado a altitudes muito elevadas, separado manualmente, de sabores ricos e perfumados, é um dos melhores cafés do mundo.

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